sábado, 8 de abril de 2017

SÍRIA: NÃO AOS ATAQUES COM MÍSSEIS DE TRUMP!



Expulsar todas as grandes potências da Síria! Vitória à revolução síria!

Declaração Corrente Comunista Revolucionária Internacional (CCRI), 7 abris de 2017, www.thecommunists.net

1. Ontem à noite, o presidente dos EUA Trump ordenou o disparo de 59 mísseis Tomahawk contra o campo de pouso Shayrat na província de Homs que está sob controle das forças de Assad. Segundo informes, até 7 soldados sírios e civis teriam sido mortos, 20 aviões de guerra foram destruídos e a base aérea foi danificada.

2. Esta é uma evidente manobra política externa do governo Trump em tentar desesperadamente distrair o foco de sua situação altamente instável, heterogênea e desacreditada. Este ataque é uma tentativa de sinalizar ao mundo que "os EUA estão fazendo alguma coisa" em face do ataque bárbaro de armas químicas Assad em 04 de abril. O caráter simbólico deste ataque é acentuado pelo fato de que a Casa Branca informou a Rússia (e, portanto, Assad) do ataque com antecedência. Segundo uma declaração oficial do porta-voz do Pentágono Capitão Jeff Davis, "as forças russas foram notificadas antes do ataque usando acordo estabelecido de não-conflito (em inglês-established deconfliction line) planejadores militares norte-americanas tomaram precauções para minimizar o risco sobre os russos ou o pessoal sírio no aeroporto. ”

3. Além disso, figuras importantes do Pentágono já deixaram claro que este ataque não é o começo de uma ofensiva militar pelos EUA, mas um evento único. Os EUA estão advertindo Assad para conseguir seu acordo de resolução da guerra civil síria no interesse das grandes potências.

4. Mais importante ainda, os principais representantes da Administração dos EUA deixaram claro que não mudarão sua estratégia na Síria. Esta estratégia caracteriza-se por um desejo de liquidar a Revolução Síria e destruir todas as forças que se opõem a uma resolução da guerra civil que sirva aos interesses das Grandes Potências.

5. A Corrente Comunista Revolucionária Internacional (CCRI) se opõe incondicionalmente ao ataque aéreo estadunidense e ao mesmo tempo nos opomos às centenas de ataques aéreos russos que já mataram milhares de pessoas. A revolução síria não tem nada a ganhar se um grande assassino de massas estiver simbolicamente "punindo" o assassino de massas de um pequeno país.

6. Do mesmo modo, a CCRI rejeita a reivindicação de uma zona de exclusão aérea por parte da ONU. Isso só colocaria o controle aéreo da Síria nas mãos das grandes potências imperialistas. No entanto, estas potências têm provado nos últimos anos que elas são hostis à Revolução Síria!

7. Qualquer grande interferência de poder na Síria - seja pela Rússia ou pelos EUA - deve ser condenada, pois tal fato só vem a prejudicar o povo sírio. Ninguém esqueceu que a própria Rússia reivindicou em dezembro de 2016 ter lançado 71 mil ataques aéreos que supostamente teriam eliminado 35 mil "terroristas" (na verdade, na maioria civis e rebeldes;https://southfront.org/russian-warplanes-eliminate-35000-terrorists-in-syria/). Do mesmo modo, o general norte-americano Nagata anunciou em 5 de abril de 2017 que a coligação liderada pelos EUA matou "provavelmente perto de 70.000" pessoas no Iraque e Síria (https://southfront.org/russian-warplanes-eliminate-35000-terrorists-in-syria/) Colocar o destino do povo sírio nas mãos desses assassinos de massas imperialistas só pode ter consequências desastrosas para o povo sírio! Portanto, condenamos o apoio ao ataque dos EUA pela liderança da Coalizão Nacional Síria e da FSA.

8. Podemos esperar várias declarações histéricas da "esquerda" pró-Assad que condenam o ataque aéreo dos EUA. Os socialistas e os honesto-democratas só terão desprezo por esses stalinistas e castristas-chavistas que são, na realidade, simpatizantes social-imperialistas da Rússia e da China! Essas pessoas não levantaram um único protesto quando a Rússia estava matando dezenas de milhares de pessoas na Síria. Nem expressam oposição quando o imperialismo dos EUA mata 70.000 pessoas na Síria e no Iraque. No entanto, eles estão indignados se os EUA bombardear uma única vez um campo aéreo de Assad! Essas pessoas não são anti-imperialistas, mas sim partidários da ditadura reacionária de Assad e da Rússia imperialista sob o disfarce de "anti-imperialismo"!

9. A CCRI afirmou em numerosos documentos que estamos vivendo um período de crise histórica do capitalismo em que a rivalidade entre as grandes potências imperialistas - EU, UE, Japão, Rússia e China - se aceleram inevitavelmente. Portanto, não se pode excluir a possibilidade de que essa rivalidade inter-imperialista possa empurrar as Grandes Potências - contra suas intenções atuais - em um conflito qualitativamente mais sério sobre a Síria. Teoricamente, isso poderia levar a uma situação em que ambos os lados na guerra civil síria tornam-se fantoches para um dos campos imperialistas. No entanto, tal possibilidade teórica não corresponde à realidade da Revolução Síria hoje. Os revolucionários deduzem suas táticas da realidade concreta da atual luta de classes e não das possibilidades teóricas no futuro.

10. Reiteramos que o único caminho a seguir para a Revolução Síria é criar conselhos populares e milícias que estejam sob o controle dos trabalhadores e camponeses pobres e lutar por uma república operária e camponesa. Chamamos a construir um movimento internacional da classe trabalhadora em solidariedade com a Revolução Síria. Enquanto a CCRI se opõe aos ataques dos EUA, pedimos apoio à luta de libertação da Síria enviando armas modernas aos rebeldes sírios para que eles possam se defender contra a assassina força aérea de Assad e os tanques modernos.

* Interromper a intervenção dos EUA e da Rússia na Síria! Expulsar todas as grandes potências da Síria!

* Abaixo com o regime de Assad! Vitória para a Revolução Síria!

* O movimento internacional dos trabalhadores deve apoiar a luta de libertação do povo sírio! 

Secretariado Internacional do RCIT

LES ÉLECTIONS EN FRANCE DANS LES CONDITIONS D'UN ÉTAT D'URGENCE





À bas les racistes de Front National! Pas de vote pour les réformistes Hamon et Mélenchon! Support critique pour les candidats NPA et LO! Combattez pour une nouvelle parti ouvrière!

Par Johannes Moraga, Courant Communiste Révolutionnaire International-CCRI, 30.03.2017, www.thecommunists.net

Pour les cinq dernières années, François Hollande et son Parti socialiste (PS, parti socialiste) a jugé la France. Maintenant, nous sommes au milieu de nouvelles élections. Le PS et Hollande a utilisé leur présidence de pousser de nombreuses attaques antidémocratiques et antisociales sur les travailleurs et opprimaient de France ainsi que pour nombreuses attaques sur divers peuples opprimés à l’étranger. Cette politique réactionnaire qui met la France en vertu de l’état d’urgence jusqu’en juillet 2017 (et avec la possibilité d’être prolongée) repoussé beaucoup d’ouvriers qui ont mis leurs espoirs naïfs en rhétorique de gauche de Hollande lors des dernières élections. En conséquence, ils ne voteront pas pour le PS et leur nouveau candidat Benoît Hamon cette fois.

Compte tenu de l’absence d’un Parti révolutionnaire qui aurait pu présenter une alternative fiable à ces travailleurs désabusés, beaucoup d'entre eux malheureusement ont cherché une autre solution “radicale” et en conséquence, a été pris dans le filet du populisme de droite raciste qui a été construite par la  Front National (FN) de  Marine Le Pen> Par conséquent, le FN pourra devenir le parti le plus fort au premier tour des élections en raison de l’échec du Français à gauche, la crise économique et la hausse internationale des populistes de droite.

La démagogie raciste avec laquelle ils essaient d’empoisonner la classe ouvrière est la conclusion logique de chauvinisme français et de la laïcité qui est promue par les médias ainsi que par les candidats des capitalistes, le conservateur François Fillon et le néo-libéral Emmanuel Macron. De toute évidence, aucun travailleur ou opprimés avec n’importe quelle politique de comprendre son rôle dans la société ne pourrait pas donner leur voix aux candidats des patrons, Le Pen, Fillon et Macron !

Mais nous ne pouvons ni  pas soutien les “sociaux-démocrates” du PS qui ont clairement montré dans les cinq dernières années qu’ils ne sont ni sociales ni démocratique! Cependant, c’est un développement intéressant qu’un certain nombre de haut dirigeant bureaucrates de PS déplacé leur soutien envers Emmanuel Macron et son nouveau mouvement politique libérale “En Marche!” Et non au candidat rhétoriquement plus gauche de leur propre parti. Macron doit sa popularité aussi au manque de soutien accordé au conservateurs au fou Fillon qui a montré qu'il était profondément corrompu en “employant” sa femme et ses filles pour fondamentalement pas de travail et de les payer avec l'argent des contribuables!

Quel chemin l'Europe prendra-t-elle?

Selon les sondages actuels, il semble probable que Le Pen et Macron vont parvenir le second tour de l’élection présidentielle. Dans un tel scénario, les révolutionnaires ne soutiendra aucun des ces candidats parce qu’ils sont seulement les côtés bourgeoises différents d’une même monnaie réactionnaire! Ce serait un scénario similaire comme le second tour des élections présidentielles française en 2002 entre Chirac et Le Pen père ou entre Hillary Clinton et Donald Trump dans des élections aux Étas-Unis. Dans de telles situations révolutionnaires ne peuvent donner n’importe quel soutien électoral à aucun coté ,et au lieu,  ils devraient appeler à l'abstention.

Cependant, nous devons reconnaître que Macron et Le Pen représentent différentes factions dans la classe des capitaliste Française. Une présidence Macron serait d’approfondir le projet d’un État impérialiste de l’UE sous l’hégémonie de l’impérialisme d’Allemagne avec la France comme partenaire junior. Une présidence de Le Pen, en revanche, pourrait conduire à la fin de l’Union européenne telle que nous la connaissons! Comme dans le cas du référendum Brexit, les travailleurs n’ont aucun côté à soutenir – au lieu de cela, nous avons besoin d’organiser une alternative de la classe ouvrière et de la solidarité internationale!


La Gauche Française

Au premier regard Jean-Luc Mélenchon et son La France insoumise  semble être une solution d’alternative raisonnable sur le bulletin de vote – mais pas sur le second regard! Mélenchon déplacé rapidement vers la droite depuis sa dernière campagne électorale. Il n’a pas encore consulté les membres de son Parti de Gauche, mais simplement créé un nouveau mouvement directement sous son contrôle personnel. En outre, lui et ses amis du “Parti Communiste” soutient l’état d’urgence et de l’occupation impérialiste au Mali et en Afrique centrale. Il est très clair que Mèlenchon est le prototype d’un social-impérialiste, justifiant une politique impérialiste réactionnaire avec phrases  socialistes ou “insoumise”!

La Courant Communiste Révolutionnaire International-CCRI appelle des travailleurs et les opprimés en France de donner leur vote aux candidats centristes du Nouveau Parti anticapitaliste (NPA) et Lutte Ouvrière (LO) – Philippe Poutou et Nathalie Arthaud. Bien que ces partis ont de graves faiblesses politiques, ils représentent des secteurs importants de l’avant-garde de travailleurs. Ils recevront les votes des centaines de milliers de travailleurs révolutionnaires, jeunesse et opprimés qui ont été actifs dans les manifestations de solidarité avec Theo qui a été agressé et violé par les policiers racistes ou lors des manifestations de massives militantes contre la loi El Khomri l’an dernier.

La CCRI appelle aux véritables révolutionnaires en France à faire campagne pour la formation d’un nouveau parti des travailleurs. Cette parti doit être établie dans le cadre d’un nouvelle Internationale des Travailleurs. Dans un premier temps, nous appelons les membres de la base du NPA et LO pour forcer leurs dirigeants à créer une plate-forme électorale commune et de faire appel aux partisans de Hamon et Mélenchon venir ensemble pour la lutte commune. Marxistes préconiserait une plate-forme révolutionnaire pour tel nouveau parti des travailleurs. (1)

Révolutionnaires doivent lutter activement contre le fétichisme de la “gauche” Française pour la “laïcité”,  bourgeois réactionnaire qui est dirigée contre les droits des millions de migrants musulmans pauvres. Surtout le  groupe LO a connu une histoire tristement célèbre d’ignorer la lutte contre le racisme et pour la libération de migrants sous le prétexte économiste que “tous les travailleurs sont égaux”. Les socialistes français doivent prouver qu'ils défendent les opprimés avec enthousiasme et ne montrer pas  aucune arrogance envers eux.

Il est également important que les révolutionnaires se battre pour une perspective socialiste authentique pour le mouvement des travailleurs et des opprimés pour lutter contre la direction actuelle de la classe ouvrière et surtout la bureaucratie syndicale.

Une plate-forme révolutionnaire doit également inclure une position anti-impérialiste cohérente qui non seulement dit “non” à des diverses agressions de l’impérialisme Français sur les peuples d’Afrique et du Moyen-Orient, mais qui est aussi ouvertement en faveur de défait dela machine de guerre impérialiste Française!

Nous appellons à tous les révolutionnaires en France à travailler  avec la CCRI et à rejoignez-nous dans la construction d’une organisation internationale révolutionnaire comme une première étape vers la création d’un parti révolutionnaire du monde !

(1)        Regarde plus articles sur France:

Solidarité avec la grève générale en Guyane française!





Déclaration de la Courant Communiste Révolutionnaire International-CCRI,, 29.03.2017, www.thecommunists.net

La CCRI affirme sa pleine solidarité envers  la lutte du peuple  de Guyane française. Pendant environ deux semaines, diverses organisations populaires de masse protestent pour exiger de la sécurité, l'accès à l'eau potable ou à l'électricité, de meilleurs soins de santé, des transports et une augmentation des salaires, amélioration de la qualité du service public.

Les 37 syndicats réunis à l'Union des Travailleurs Guyanais (UTG, la fédération syndicale des travailleurs guyanais) se sont joints au mouvement et ont unanimement voté pour soutenir une grève générale. Actuellement, la population et les différents acteurs du mouvement social bloquent toutes les routes des villes du littoral (Cayenne, Kourou, Saint Laurent du Maroni), le port commercial, le Centre spatial guyanais, la Préfecture, etc. Toutes les écoles de littoral sont fermées, tous les magasins de la ville de Cayenne ont fermé leur rideau, les vols aériens sont annulés et la roquette qui devait décoller mardi dernier a été retardée.

La Guyane française est un petit pays d'Amérique latine avec 250 000 habitants. C'est une colonie de l'impérialisme français et possède une importance stratégique puisqu'il abrite le Centre Spatial Guyanais, une base spatiale qui permet à la France ainsi qu'à l'Union européenne d'envoyer régulièrement des satellites militaires et civils dans l'espace extra-atmosphérique.

Le soulèvement populaire est le résultat de la négligence de ce département français par Paris depuis des décennies. D'une part, l'État investit des milliards d'euros pour lancer des roquettes chaque mois, d'autre part, il y a un manque d'argent pour la santé, l'éducation, etc. Le centre médico-chirurgical de Kourou est même prévu à la vente aux investisseurs privés. Il n'y a pas d'argent pour les services publics, pour les paysans, les transporteurs, etc. La Guyane a aujourd'hui un taux de chômage de 22% des travailleurs dont près de la moitié sont des jeunes. Le taux de pauvreté du pays est estimé à plus de 60%. Antoine Karam, sénateur du Guyana, a déclaré que “près de 30 pour cent de la population n'a pas accès à l'eau potable ou à l'électricité, mais d'autre part, nous avons une station spatiale”.

En revanche, la France a un taux de chômage officiel de 9,7%. Cela reflète la subordination économique, politique et sociale que l'impérialisme français a imposée à sa colonie.

Malheureusement, un groupe appelé “500 Frères” joue un rôle influent dans les manifestations. Marchant dans les rues de Cayenne vêtues de noir et portant des masques de ski, ils crient des slogans de droite appelant à lutter contre la délinquance et préconisent “l'éradication des squatters”, c'est-à-dire, contre le nombre croissant de migrants venant du nord du Brésil et du Venezuela. Leur porte-parole, Mickaël Mancée, a déclaré que "Un voleur mort est un voleur qui ne vole  pas plus "et" si les petits criminels veulent la guerre, nous allons le faire ".

Le gouvernement "socialiste" français de Hollande a accepté d'envoyer une mission interministérielle composée d'administrateurs de haut niveau pour essayer de trouver un compromis seulement après que les gens ont bloqué l'entrée du port spatial de Kourou et empêché ainsi le lancement de la roquette sur l'espace le 25 mars.

Cependant, toute illusion serait erronée. Ces représentants du gouvernement français n'ont rien à offrir à la classe ouvrière du Guyana. Ils veulent seulement contrôler le soulèvement populaire et garantir l'exploitation et leurs profits.

Il n’est crucial que la classe ouvrière ne faire pas  confiance du leadership des 500 Frères et de la bureaucratie syndicale. Des comités d'action devraient être construits dans tous les lieux de travail et les quartiers, et leurs délégués devraient se réunir pour un congrès national de lutte pour diriger la grève générale ainsi que toute négociation avec les autorités. Il est également nécessaire de créer des comités d'autodéfense contre la répression de l'État ainsi que les attaques potentielles des groupes de droite.

Les socialistes de la France métropolitaine devraient appeler à la solidarité des syndicats et des partis ouvriers français avec leurs frères et soeurs en Guyane.

La CCRI soutient inconditionnellement le droit à l'autodétermination nationale du peuple guyanien et préconise une république paysanne et ouvrière indépendante dans le cadre d'une fédération socialiste d'Amérique latine et des Caraïbes.

Pour empêcher l'influence du Parti socialiste réformiste ainsi que les 500 Frères de droite et pour décrire une perspective socialiste pour la lutte, il est urgent de construire un parti ouvrier révolutionnaire dans le cadre d'un parti révolutionnaire mondial. La CCRI appelle tous les révolutionnaires authentiques à s'unir sur la base d'une plate-forme révolutionnaire afin de créer une organisation révolutionnaire internationale comme première étape vers la création d'un tel parti  au niveau mondial.

Secrétariat international de la CCRI