segunda-feira, 18 de maio de 2015

Down with the Butcher General al-Sisi! For a Revolutionary Constitutional Assembly! Abaixo o carniceiro General al-Sisi! Por uma Assembléia Constituinte Revolucionária!


Egypt: Military Dictatorship Sentences Former President Morsi to Death!

Down with the Butcher General al-Sisi! For a Revolutionary Constitutional Assembly!

Statement of the Revolutionary Communist International Tendency (RCIT), 17.5.2015, www.thecommunists.net


Egypt’s court, acting as a rubber stamp for the military dictatorship, has sentenced former President Mohamed Morsi and 105 others to death for a mass prison break in 2011. TheRevolutionary Communist International Tendency (RCIT) condemns this sentencing and calls for the immediate release of Morsi and all political prisoners.

We do not do so because of any political support for Morsi and the leadership of the Muslim Brotherhood. When they were in power they acted as loyal defenders of the capitalist system and constituted a huge obstacle on the road of revolution. The resulting disappointment of the masses with Morsi’s government laid the groundwork for the military coup on 3 July 2013. However, contrary to what the naïve, anti-Morsi forces hoped at the time, the Egyptian military was and is only a force that can act to smash the revolution. Since the coup and until the present time, the worst enemy of the working class is the military junta backed by the US and Israel.

The Egyptian judiciary is acting in the service of the generals who succeeded in recreating the same sort of political reality in Egypt which prevailed for decades under Mubarak's authoritarian system.

As Mohamed Soudan, a senior member of the Muslim Brotherhood, told Al Jazeera “the decision was farcical. They're insisting on issuing these verdicts against anyone who participated in the January 25 Revolution”.

We of the RCIT call on all workers, poor peasants, and students – including all those who erringly supported the military coup when it took place – to unite and bring down the military dictatorship. It would be criminal cowardice not to form a united front of all forces, religious and secular, who oppose the butcher al-Sisi’s dictatorship and its imperialist backers.

The primary lesson to learn from the failure of the Egyptian revolution which ousted Mubarak and put Morsi in control is that only the working class can lead a successful revolution, combining the achievement of democratic goals with those of a socialist revolution. This, in turn, is only possible if the working class is led by a revolutionary working class party. The RCIT calls upon all activists who support such a perspective to join us in this struggle!

* Forward in the struggle for a revolutionary Constitutional Assembly in Egypt!

* For democratic mass meetings that will chose the best leadership to lead the struggle!

* Down with the military dictatorship!

* Release all political prisoners in Egypt!

* For a democratic and red Egypt! For a Socialist Federation of Maghreb and Mashreq!


------------------------------------------------------------------------------------------------------

 Egito:  ditadura militar sentencia  ex-presidente Morsi à morte!
Abaixo o carniceiro Geral al-Sisi! Por uma Assembléia Constituinte Revolucionária!
Declaração da Corrente Comunista   Revolucionária  Internacional (RCIT em inglês)), 2015/05/17, www.thecommunists.net


O  Tribunal do Egito, agindo como um carimbo de borracha para a ditadura militar, sentenciou o ex-presidente Mohamed Morsi e 105 outros à morte por uma fuga da prisão em massa em 2011. Nós do  RCIT condenamos esta sentença  e solicitamos  a libertação imediata de Morsi e todos os presos políticos.
Não os fazemos por causa de qualquer apoio político para Morsi e a liderança da Irmandade Muçulmana. Quando eles estavam no poder eles agiram como defensores leais do sistema capitalista e constituiram se em um enorme obstáculo no caminho da revolução. A decepção resultante das massas com o governo de Morsi lançou as bases para o golpe militar em 3 de Julho de 2013. No entanto, ao contrário do que as forças anti-Morsi ingênaos esperavam na época, os militares egípcios era e são apenas uma força que age  para esmagar a revolução. Desde o golpe de Estado e até o presente momento, o pior inimigo da classe trabalhadora é a junta militar apoiada pelo  os EUA e Israel.
O judiciário egípcio está agindo a serviço dos generais que conseguiram recriar o mesmo tipo de realidade política no Egito, que prevaleceu durante décadas sob regime autoritário de Mubarak.
Como Mohamed Soudan, um membro sênior da Irmandade Muçulmana, disse à Al Jazeera "a decisão foi uma farsa. Eles estão insistindo em emitir estes veredictos contra qualquer um que participaram na revolução de 25 de janeiro".
Nós do RCIT chamamos  a todos os trabalhadores, camponeses pobres e estudantes - incluindo todos aqueles que erroneamente apoiaram o golpe militar, quando ela ocorreu - para unir e derrubar a ditadura militar. Seria covardia criminosa não  formar uma frente única de todas as forças, religiosas e seculares, que se opõem à ditadura do açougueiro al-Sisi e  de seus aliados imperialistas.
A principal lição a aprender com o fracasso da revolução egípcia que derrubou Mubarak e colocou Morsi no controle é que somente a classe trabalhadora pode liderar uma revolução bem sucedida, combinando a consecução dos objetivos democráticos com os de uma revolução socialista. Esta, por sua vez, só é possível se a classe trabalhadora for liderada por um partido revolucionário da classe trabalhadora. O RCIT apela a todos os militantes que apóiam essa perspectiva a  se juntar a nós nesta luta!
* Avançar na luta por um revolucionário Assembléia Constituinte no Egito!
* Por manifestações de massa  democráticas para  escolher a melhor liderança para conduzir a luta!
* Abaixo a ditadura militar!
* Solte todos os presos políticos no Egito!
* Para um Egito democrático e vermelho! Por uma Federação Socialista do Magrebe e do Machrek!

sábado, 16 de maio de 2015

O que as greves de professores pelo país têm em comum: os governos

http://www.revistaforum.com.br/blog/2015/05/o-que-as-greves-de-professores-pelo-pais-tem-em-comum-os-governos/

Dos cinco locais do Brasil que possuem professores da rede estadual de ensino em greve, quatro são governados pelo PSDB e um pelo PSD; confira quais são os estados e suas reivindicações 
Por Redação 
Vem chamando atenção na imprensa, nas últimas semanas, a greve dos professores da rede estadual de ensino do Paraná, principalmente por conta da operação policial que deixou centenas de feridos no final de abril. Vez ou outra, a mídia tradicional veicula também algo sobre a greve dos professores do estado de São Paulo, que continua sendo ignorada pelo governador Geraldo Alckmin (PSDB). Outros três estados do país, no entanto, também possuem professores estaduais em greve e pouco se fala ou se noticia. 
Ainda que as reivindicações dos docentes de cada estado sejam bem parecidas – como a questão do reajuste salarial -, um ponto que converge entre eles é a orientação política e a falta de diálogo do governo. Dos cinco estados que têm professores paralisados, quatro são governados pelo PSDB e um pelo PSD. 
Confira quais são eles: 
Goiás 
Os docentes entraram em greve na última quarta-feira (13) e pedem ao governo de Marconi Perillo (PSDB) o pagamento do piso dos professores e do salário integral dentro do mês trabalhado, a data-base dos administrativos, salário dos contratos temporários equiparados de acordo com o dos efetivos e a realização de concurso público. 
Pará 
No norte do país, os professores já estão em greve há mais de 50 dias. Eles pedem, entre outras coisas, o envio do Plano de Carreira, Cargos e Salários (PCCR) à Assembleia Legislativa do Estado do Pará (Alepa), a realização de reformas das escolas e o pagamento integral do retroativo do piso salarial. Apesar do tempo de paralisação, o governador Simão Jatene (PSDB) ainda não negociou com a categoria. Cinquenta professores estão, desde o início da greve, acampados no prédio do Centro Integrado de Governo (CIG), em Belém. 
São Paulo 
Em São Paulo, os professores da rede estadual estão paralisados há dois meses e, até agora, nenhuma proposta para retomar as aulas foi apresentada pelo governo do estado, comandado por Geraldo Alckmin (PSDB). Com 70% da categoria em greve, de acordo com o sindicato, os docentes reivindicam reajuste salarial de 75,33%, além de  melhores condições de trabalho, como o fim das salas de aula superlotadas. Desde que a paralisação começou, Alckmin a trata como uma “novela” ou, em alguns casos, afirma que “não existe greve em SP”. 
Paraná 
Paralisados há 21 dias, os professores da rede estadual do Paraná ganharam os holofotes da imprensa, principalmente por conta do massacre do qual foram vítimas em protesto realizado há duas semanas. Mesmo diante da evidente irresponsabilidade de seu governo em atacar os docentes, o governador Beto Richa (PSDB) até agora não apresentou uma proposta que satisfaça a categoria, que pede 8,17% de reajuste salarial. 
Santa Catarina 
Há 52 dias em greve, os professores estaduais de Santa Catarina também não receberam, até o momento, uma proposta por parte do governo Raimundo Colombo (PSD) que atenda as suas demandas. Eles reivindicam o Plano de Carreira, aplicação do aumento de 13% do piso nacional da categoria para toda a carreira e anistia aos grevistas de outros anos.

sexta-feira, 1 de maio de 2015

DECLARAÇÃO CONJUNTA: FRAÇÃO TROTSKISTA-VANGUARDA PROLETÁRIA-FT-VP E CORRENTE COMUNISTA REVOLUCIONÁRIA-CCR-SEÇÃO BRASILEIRA DA CCRI-CORRENTE COMUNISTA REVOLUCIONÁRIA INTERNACIONAL-RCIT.


DECLARAÇÃO CONJUNTA: FRAÇÃO TROTSKISTA-VANGUARDA PROLETÁRIA-FT-VP E CORRENTE COMUNISTA REVOLUCIONÁRIA-CCR-SEÇÃO BRASILEIRA DA CCRI-CORRENTE COMUNISTA REVOLUCIONÁRIA INTERNACIONAL-RCIT.

 

NESTE PRIMEIRO DE MAIO:

BARRAR O PROJETO DE TERCEIRIZAÇÃO COM UMA GREVE GERAL

FORTALECER A LUTA CONTRA TODAS AS REFORMAS ESTRUTURAIS

 

  No dia 22/04 a câmara dos deputados aprovou  o projeto de lei 4.330/04 que abre as portas para que as empresas e os órgãos públicos, prefeituras, governos estaduais e federal possam subcontratar todos os seus serviços, incluindo a atividade-fim. Por 230 votos a favor e 203 contra, o plenário referendou texto do relator, deputado Arthur Maia (SD-BA). O projeto da terceirização segue agora para o Senado. Tal projeto se for aprovado se concretizará numa derrota histórica para a classe trabalhadora brasileira. A partir da provável aprovação nenhum trabalhador brasileiro terá as garantias estabelecidas pela atual Consolidação das Leis do Trabalho, mesmo que os defensores do projeto digam o contrário. Bastará o acirramento da crise que a burguesia virá nos convencer de que o décimo terceiro salário, o seguro desemprego, a licença maternidade, os atestados médicos, a aposentadoria  integral por invalidez,etc, serão eliminados em nome da “maior competitividade dos produtos brasileiros” ou em “nome da modernidade”, ou mesmo em nome da “liberdade”. Na prática, a burguesia brasileira  subserviente ao imperialismo americano e europeu está cobrando dos trabalhadores o mais alto preço da crise que explodiu em 2008 nos EUA, se espalhou pelos países  imperialistas da Europa e região e alcançou de maneira mais forte o Brasil nos últimos anos. Os servidores públicos, todos, serão contratos pela CLT, consolidando assim o fim da estabilidade no emprego, que junto com as avaliações de desempenho e o processo de meritocracia abrirá o caminho para o trabalho semi-escravo e principalmente: O TRABALHADOR TERCEIRIZADO NÃO FAZ GREVE.

Somente a GREVE GERAL poderá barrar e eliminar tal projeto. Para isso é necessário que os movimentos de massa, as Centrais Sindicais ( com exceção da traidora Força Sindical, que apóia o projeto), o MST, os partidos de esquerda de origem operária, esqueçam suas diferenças construam a greve geral.

   Não é possível confiar que o governo de  Frente Popular de Dilma Roussef-PT/Michel Temer-PMDB faça o veto total do projeto, pois em nome da “governabilidade” o PT-Partido dos Trabalhadores, nesses doze anos, se afundou no arrocho salarial, na reforma da previdência,  no financiamento de banqueiros e latifundiários,no envio de tropas para o Haiti, e acima de tudo se afundou na lama da corrupção (mensalão e Petrobrás). Tudo isso dando abertura a que os setores mais reacionários se aglutinassem  e se reorganizassem, inclusive pedindo, entre outras coisas, a volta da ditadura, o impeachment. Dessa forma, a pressão que o governo do PT sofre dos setores mais reacionários da burguesia não o torna inocente, muito pelo contrário, é capaz que para manter a “governabilidade” e o poder o PT deixe passar o projeto.

 

 - Barrar o projeto 4330/04 que transforma todos em terceirizados e retira direitos históricos dos trabalhadores.

- Unificação e mobilização de o movimento de massa, organizações sociais, partidos de operários para barrar o projeto.

- Criação de Comitês de Luta nas fábricas, nos bairros, nos sindicatos em defesa dos nossos direitos e contra qualquer movimento golpista.

-  Convocação de uma greve geral dos trabalhadores de todo o Brasil.

 

FRAÇÃO TROTSKISTA-VANGUARDA PROLETÁRIA-FT-VP
CORRENTE COMUNISTA REVOLUCIONÁRIA-CCR-SEÇÃO BRASILEIRA DA CCRI-CORRENTE COMUNISTA REVOLUCIONÁRIA INTERNACIONAL-RCIT.

FRAÇÃO TROTSKYSTA-VANGUARDA PROLETÁRIA

https://fracaotrotskistavanguardaproletaria.wordpress.com/

CORRENTE COMUNISTA REVOLUCIONÁRIA

www.elmundosocialista.blogspot.com.br

www.thecommunists.net

 

domingo, 26 de abril de 2015

May Day Greetings to All Revolutionaries Declaration of the Revolutionary Communist International Tendency

May Day Greetings to All Revolutionaries
Declaration of the Revolutionary Communist International Tendency (RCIT), 27 April 2015, www.thecommunists.net

The Revolutionary Communist International Tendency (RCIT) sends its warmest greetings to all revolutionaries around the world who fight against all forms of exploitation and oppression! For 125 years the working class has commemorated May Day as its day of unity and struggle.
We send our greetings to the resistance fighters in Yemen who are heroically standing up against the barbaric bombing campaign of the al-Saud gang and its clique of allied kings and dictators. We call for the defeat of the reactionary coalition of the rulers of Saudi Arabia, Qatar, Kuwait, Bahrain, Egypt, Morocco, Sudan, and Jordan, and for the victory of the national resistance struggle of the Yemeni people. We call for the formation of independent workers’ and popular councils and militias to lead the national resistance struggle and to carry it forward to revolution.
We add our greetings to the courageous militants, who are offering tenacious resistance on the streets – despite the most horrendous massacres –against the butcher of the Egypt people, General as-Sisi. We call for a successful Intifada of the workers, youth, and poor against the military regime. We demand the immediate release of all political prisoners and an end of the persecution of oppositional forces including the al-Ikhwan (Muslim Brotherhood).
We stand side by side with the militants who oppose the looming coup d’état in Brazil by reactionary forces from the PSDB and other right-wing forces. We call the workers’ movements to break with the popular front government of Dilma Rousseff while at the same time defend the latter against any reactionary coup d’état. We call for the formation of anti-coup action committees in the workplaces and in the districts and villages in order to mobilize the working class and the oppressed against the looming danger.
We stand shoulder to shoulder with our brothers and sisters and call for a second wave of the revolution in the Arab world. Such a second wave of revolution – to win real democracy for the workers, fellahin, and all oppressed – must orient itself towards the victory of the socialist revolution.
We stand in solidarity with the struggle against fascist and racist mobilizations, be it in Brazil, in Greece, in Hungary, in Germany, or in Israel against the Palestinian people and progressive Jews. We emphasize the need to smash all fascist forces before they decimate – with the help of sections of the ruling class – the workers’ movement.
We are part of the struggle against the biggest monsters of this epoch – the imperialist great powers: the US, EU, China, Russia, Japan, and others. We support the resistance struggle against imperialist occupation in Afghanistan, Palestine, Mali, Chechnya, East-Turkestan, Northern Ireland, and other countries. We oppose all forms of interference by the great powers since this can only lead to oppression and super-exploitation. We call for the withdrawal of imperialist forces and military bases from Iraq, Afghanistan, Bahrain, Chad, Mali, the Argentinean Malvinas-Isles, as well as many other countries of the South. In the present conflict in the east Ukraine we don’t support either side since it has been transformed into a proxy war between EU/US and Russia.
We stand against the reactionary forces of Dash/IS and call for them to be smashed by the Arab and Kurdish peoples. But we deny the imperialist powers and their proxies the right to fight against Dash/IS. We are opposed to allowing the biggest war criminals – the rulers of the US and the EU – to judge this mad gang of killers for whom they themselves are responsible.
On this May Day we restate our conviction that revolutionaries must unite in the struggle against imperialism and capitalism, for the liberation of the working class and all oppressed, and for the socialist revolution. Our chief task in the coming period is to overcome the crisis of working class leadership and to build a new world party of socialist revolution. Without such an international party with national sections around the world, the working class struggle cannot succeed.
The RCIT is dedicated to building such a world-wide party for socialist revolution – the fifth Workers’ International! Join us in this struggle!

Long Live May Day!

sábado, 25 de abril de 2015

DOCUMENTO DO GRUPO LCT-ARGENTINA SOBRE O IMPERIALISMO DOS EUA,EUROPA E JAPÃO, E O IMPERIALISMO DE RUSSIA E CHINA



Publicamos com autorização da LCT-ARGENTINA
O  email de LCT é - lct_revolucionproletaria@yahoo.com.ar 

SOBRE O IMPERIALISMO DOS EUA, EUROPA E JAPÃO, E O IMPERIALISMO DE RÚSSIA E CHINA


É totalmente impressionista definir o Brasil ou a Índia como países imperialistas, como apressadamente aventuraram-se a dizer alguns "marxistas" e terceiros mundistas populistas. Esse impressionismo é o resultado da ascensão do BRICS (acordo comercial e financeiro entre o Brasil, a Rússia, Índia, China e África do Sul, os denominados países emergentes), mas esse bloco já murchou, porque começou a cair bolha das commodities(matérias-primas), e a valorização dólar norte-americano EUA realizou voltou a ser um outro golpe contra esses países. Devido a isso, a economia da África do Sul e da Índia completaram três anos de estagnação e declínio no ano passado, da mesma forma, o Brasil está em crise levando adiante novos ajustes econômicos. Onde está a exportação de capitais do Brasil ou, pelo menos, no sistema financeiro internacional? Da mesma forma, é equivocado falar de sub-imperialismos ou sub-metrópoles, como também se teoriza; Estas definições não servem porque não definem se eles são uma coisa ou são outra. Nesse sentido uma burguesia, e um Estado burguês, é ou não é imperialista. Podem haver países semi-coloniais mais avançados do que outros, é claro não são iguais o Paquistão e o Afeganistão, o Egito e o  Omã,  a  Coreia do Sul e  as Filipinas,  e os países semi-coloniais avançados podem desempenhar o papel de gendarme do imperialismo em diferentes regiões, como o Egito, o  Paquistão ou a Turquia, ou ficar mais distantes como a Índia, mas igualmente se tratam de países coloniais mais avançados do que outros no desenvolvimento das forças produtivas, porém, igualmente também dependentes do imperialismo mundial  hegemonizado criminalmente- pelos EUA.

Na questão do imperialismo da Rússia e da China, a realidade é muito mais rica do que os esquemas que alguns tenham feito na fase do pré-colapso da URSS. Mas é apenas um esquema, porque Lenin não colocou em sua obra sobre o imperialismo, em 1915, que não havia nenhuma chance de que nenhum país pudesse alcançar a fase imperialista sem guerra, e que tudo ficaria limitado a 5 ou 6 nações. Nada disso. Só marcavam a tendência geral da fase imperialista, em que o capitalismo havia entrado, as tendências e características da agonia e da decadência , que foi cumprida e se cumprem plenamente. Da mesma forma, é correto e fundamental, como nos tempos de Lênin, considerar que para o surgimento de um novo imperialismo hegemônico continua sendo necessária uma guerra mundial para repartir os mercados e / ou para impor um novo padrão monetário internacional.

Por isso, não há que se estar contra as concepções de Lenin e Trotsky ao explicar porque a Rússia e a China hoje são imperialistas, suas teorias são ainda mais fundamentais para compreender os processos. Em ambos os países aconteceram revoluções- embora com sujeitos sociais e direções muito diferentes-  que para realizar as tarefas democráticas e nacionais agrárias- expropriaram a burguesia nacional e o imperialismo, porque a burguesia nacional desses países era incapaz de poder fazê-lo; porque se a avançassem sobre a propriedade privada dos meios de produção imperialista e da terra feudal ou latifundiária também significaria a sua própria expropriação. Isto permitiu que a URSS e da RPC (República Popular da China)em  alcançar uma maior independência do imperialismo mundial por muitas décadas. E o planejamento estatal permitiu a sairem do subdesenvolvimento capitalista, mas seu isolamento pela rejeição natural, e lógico, da burocracia à revolução mundial, que é, em essência nacional, e assim, contra-revolucionária internacionalmente, levou à estagnação e ao retrocesso quanto ao desenvolvimento das forças produtivas, ao ficarem sujeitos e subordinados ao mercado mundial dominado pelo capitalismo imperialista.

No final dos anos 80, a crise e a escassez e resultante- e o medo da mobilização das massas levou a burocracia stalinista a inclinar-se decisivamente para a contra revolução; isto é, não só objetivamente, mas também subjetivamente: a burocracia stalinista se passou com armas e bagagens para a restauração do capitalismo. No entanto, isso aconteceu na Rússia e na China onde o desenvolvimento das forças produtivas eram muito superiores à dos países semi-coloniais, e de onde o aparato estatal centralizado permitiu- ainda que de forma diferente entre Rússia e China- uma rápida transição a um estado de capitalismo monopolista. Igualmente, em ambos os casos, trata-se de um imperialismo débil e cada um deles com características diferentes. Porém, nenhum deles seguiu a ordem histórica de acumulação capitalista orgânica, e isso é o que tornou possível e excepcional o seu salto (e também marca sua debilidade para o futuro).

No caso da Rússia, com uma acumulação capitalista realizada- mafiosamente, em grande parte- sobre a base industrial e tecnológica-militar herdada da URSS, a qual havia chegado a ser a segunda potência mundial, e com uma atual influência econômica, política e de grande presença militar principalmente nas regiões que eram parte ou que tinha influência o velho império russo e a ex-URSS.  No caso da China, ao restaurar o capitalismo, a burocracia estalinista-maoísta, os burgueses vermelhos, por um lado ampliaram e concentraram a esfera de acumulação do capital internacional com a mão de obra super-explorada no país, e por outro lado centraram uma estratégia econômica para todo o mundo semi-colonial, extraindo a baixo-custo as matérias-primas que necessita para produzir na China e também reservando-se mercados para seus produtos. E mesmo que a Rússia e a China sejam imperialismos diferentes, em seus discursos e estratégias, dos discursos e estratégias dos Estados Unidos e da Europa- como também é diferente o do Japão a de ambos- igualmente o resultado é o mesmo na divisão internacional do trabalho: aprofunda a dependência e a primarização das economias dos países semi-coloniais e saqueiam seus recursos naturais.

Em resumo, as Revoluções de Rússia e da China- e os estados operários burocratizados que dali surgiram- não deixaram o mundo do jeito que estava antes. E no processo contra-revolucionário da década de 90 o imperialismo conseguiu restaurar o capitalismo nestes países, mas não conseguiu conquistar tudo que havia perdido por causa da revolução décadas atrás, deixando espaço para o surgimento destes recentes e excepcionais imperialismos. Imperialismos mais débeis  que Estados Unidos, Alemanha, Grã-Bretanha, Japão ou França, e comparativamente a eles com uma grande brecha tecnológica, mas tanto a Rússia como a China são poderosas economias, que politicamente  e militarmente são muito mais fortes  que países imperialistas mais tradicionais como Austrália, Itália, Espanha e Portugal.
 Alguns consideram equivocado fechar a caracterização de China como imperialista, porque consideram que a crise econômica capitalista mundial poderia derrubar o regime estalinista do PC chinês provocando uma abertura democrática, e com possibilidades de divisão territorial pela independência das nacionalidades oprimidas. e isso a impediria de chegar a ser imperialista. Porém, mesmo que houvesse esse processo convulsivo, resultado da crise capitalista mundial, as nacionalidades oprimidas na China não representam mais de dez por cento da população total, mesmo que territorialmente alcance muito mais que esse dez por cento, não se tratam de zonas industrializadas. Por outro lado, parte da burguesia faz mais de cem anos que deixou de ser progressista, e muito mais uma burguesia que não realizou uma acumulação capitalista orgânica, mas que conseguiu sua posição ao amparo de um Estado monopolista e ditatorial. Por isso que entre as tarefas democráticas para a constituição do Estado-Nação (burguês) a burguesia chinesa não dá nenhuma importância à democracia burguesa como regime dominante.  Ainda que, se vier a ser obrigada a aplicá-la para enganar ao povo chinês, ela o fará, no melhor dos casos, como um regime “democrático” à Putin, ou seja, um regime reacionário ou semi-fascista.
Portanto, ao constatar o Ascenso econômico de Rússia e da China como potências imperialistas, isso em nada contradiz a teoria de Lenin sobre o “Imperialismo fase superior do capitalismo, e a teoria-programa da revolução permanente de Trotsky- e confirma o caráter restaurador e reacionário da burocracia estalinista, seja brejneviana ou maoísta (e castrista) - e principalmente porque é constatar um fato da realidade fartamente visível.


1) Uma vez que Rússia e China são imperialistas- como são Alemanha, Grã-Bretanha, França, Holanda, Japão e o Estados Unidos, ainda que ambos não sejam hegemônicos como este último- os socialistas revolucionários estamos pelo rompimento dos pactos políticos e militares que que nos atam ao imperialismo, também destes novos. Assim como rechaçamos os investimentos em infraestrutura como estradas inter-oceânicas e obras similares (e instalação de bases militares), porque tais investimentos- como as petroleiras ou mineradoras dos EUA, do Canadá, da Suíça ou da Austrália- a única coisa que buscam nos países subdesenvolvidos é continuar extraindo a baixo custo suas riquezas e seus recursos naturais não renováveis.

2) Ao mesmo tempo, enquanto que a classe operária não tenha força suficiente para expulsar o imperialismo, lutamos pela igualdade de direitos trabalhistas e sociais para os trabalhadores chineses- ou de outros países- que essas empresas levem aos países semi-coloniais. Nossos inimigos não são os trabalhadores chineses, mas o imperialismo da China, ou da Rússia e a burguesia submissa das semicolônias.

3) É claro que na luta pela revolução socialista os socialistas revolucionários lutamos pelas consignas democráticas formais em países como a China ou Rússia (ou nos países árabes), consignas tais como; pelo sufrágio universal; pela autodeterminação das nacionalidades; pela legalidade dos sindicatos e dos partidos operários, etc., e se isto se consegue impor ou não é uma questão de relação de forças. Mas, a priori, a burguesia chinesa-russa- é reacionária, não busca levar adiante as tarefas democráticas formais e as garantias civis e a constituição democrática burguesa. Ao contrário, pois estas burguesias necessitam da opressão, e da repressão, para a maior exploração possível sobre o operariado e conseguir assim disputar mercados diante de outras potências imperialistas mais adiantadas. Ou seja, a tarefa de completar as tarefas da revolução burguesa, que as burguesias russa e chinesa se negam a fazer, é tarefa do proletariado e para leva-la adiante necessitará construir sua direção revolucionária, tomar o poder, e dar firmes passo em direção ao socialismo.
4) O surgimento destes novos imperialismos faz com que alguns velhos imperialismos entrem em decadência, e que outros começam a ver diminuídos os seus mercados e seus espaços vitais, o que leva à agudização das contradições e das rusgas inter-imperialistas, e levará nas décadas seguintes a aprofundar as tendências da barbárie capitalista a uma Terceira Guerra Mundial. Neste caso, seja como for que se formem os blocos imperialistas, estamos para o derrotismo revolucionário, ou seja; os trotskistas não apoiamos nenhuns bandos imperialistas e chamamos a parar o novo massacre imperialista com a revolução proletária e socialista.

Marcelo Rios, pela Liga Comunista dos Trabalhadores.
.

22/04/2015

DOCUMENTO DEL GRUPO LCT-ARGENTINA-SOBRE EL IMPERIALISMO DE EE.UU, EUROPA Y JAPÓN, Y EL IMPERIALISMO DE RUSIA Y CHINA-




CON PERMISO DE  GRUPO   LCT-ARGENTINA PUBLICAMOS SU DOCUMENTO SOBRE EL IMPERIALISMO DE EE.UU, EUROPA Y JAPÓN,
Y EL IMPERIALISMO DE RUSIA Y CHINA.
 El correo eletronico de LCT es   lct_revolucionproletaria@yahoo.com.ar


SOBRE EL IMPERIALISMO DE EE.UU, EUROPA Y JAPÓN,
Y EL IMPERIALISMO DE RUSIA Y CHINA

Es totalmente impresionistas definir a Brasil o a la India como países imperialistas, como apresuradamente se aventuraron a decir algunos 'marxistas' y populistas tercer-mundistas. Ese impresionismo es el resultado del auge del BRICS (acuerdo comercial y financiero entre Brasil, Rusia, India, China y Sudáfrica; los llamados países emergentes) pero ese bloque ya se desinfló porque empezó a caer la burbuja de loscommodities, y la apreciación del dólar que realizó EE.UU. los volvió a golpear. Debido a esto la economía de Sudáfrica y de la India lleva tres años de estancamiento y retroceso en el último año, al igual que Brasil que está en crisis llevando adelante nuevos ajustes económicos. ¿Dónde está la exportación de capitales de Brasil o un, sino poderoso, al menos internacional sistema financiero? De igual forma es equivocado hablar de sub-imperialismos o las sub-metrópolis, como también se teoriza; estas definiciones no sirven porque no definen si son una cosa o si son la otra. En ese sentido una burguesía, y un Estado burgués, es o no es imperialista. Pueden haber países semi-coloniales más avanzados que otros, es claro que no es lo mismo Pakistán que Afganistán, Egipto que Omán o Corea del Sur que Filipinas, y países semi-coloniales avanzados pueden jugar un rol de gendarme del imperialismo en diferentes regiones, como Egipto, Pakistán o Turquía, o mantenerse más distantes como la India, pero igualmente se trata de países semi-coloniales más avanzados que otros en el desarrollo de las fuerzas productivas, pero igualmente dependientes del imperialismo mundial hegemonizado –criminalmente– por los EE.UU.

Con la cuestión del imperialismo de Rusia y China la realidad es mucho más rica que los esquemas que algunos se hayan hecho en la etapa anterior al desmembramiento de la URSS. Pero se trata sólo de un esquemas porque Lenin no planteo, en su trabajo sobre el imperialismo de 1915, que ya no había posibilidades de que ningún país podía alcanzar una fase imperialista sin guerras, que todo iba a quedar acotado a 5 o 6 naciones. Nada de eso, sólo marcaban la tendencia general de la fase imperialista, en la que había entrado el capitalismo, tendencia y características de agonía y descomposición que se cumplió y se cumplen plenamente. De igual forma es correcto y fundamental, como en épocas de Lenin, considerar que para el surgimiento de un nuevo imperialismo hegemónico sigue siendo necesario una guerra mundial para repartir los mercados y/o para imponer un nuevo patrón monetario internacional.

De allí que no hay que estar en contra de las concepciones de Lenin y Trotsky para poder explicar por qué hoy Rusia y China son imperialistas, más aún sus teorías son fundamentales para entender el procesos. En ambos países se dieron revoluciones –aunque con sujetos sociales y direcciones muy diferentes– que para llevar adelante las tareas democráticas nacionales –y agrarias– expropiaron a la burguesía nacional y al imperialismo, porque la burguesía nacional de estos países era incapaz de poder hacerlo; puesto que si avanzaba sobre la propiedad privada de los medios de producción imperialistas y la tierra de los feudales o terratenientes, significaba también su propia expropiación. Eso les permitió a la URSS y a la República Popular China llegar a tener una mayor independencia del imperialismo mundial durante muchas décadas. Y la planificación estatal les permitió salir del subdesarrollo capitalista, pero su aislamiento por el rechazo natural, y lógico, de la burocracia a la revolución mundial –que es en esencia nacional, y por ello contrarrevolucionaria internacionalmente– los condujo al estancamiento y al retroceso en el desarrollo de las fuerzas productivas, al quedar sujetos y subordinados al mercado mundial dominado por el capitalismo imperialista.

A finales de los '80 la crisis y la escasez resultante –y el miedo a la movilización de las masas– llevó a la burocracia stalinista a inclinarse hacia la contrarrevolución decidida; o sea, ya no sólo objetivamente sino también subjetivamente: la burocracia stalinista se pasó con armas y bagaje a la restauración del capitalismo. Sin embargo eso tuvo lugar en Rusia y China donde el desarrollo de las fuerzas productivas eran muy superiores a la de los países semi-coloniales, y donde el aparato estatal centralizado permitió –aunque de forma diferente en Rusia que en China– una rápida transición a un estado de capitalismo monopolista. Igualmente, en ambos casos, se trata de un imperialismo débil y cada uno con características diferentes. Pero ninguno de los dos siguió el orden histórico de acumulación capitalista orgánica, y eso es lo que hizo posible y excepcional su salto (y también marca la debilidad hacia el futuro).

En el caso ruso con una acumulación capitalista realizada –mafiosamente, en su gran parte– sobre la base industrial y tecnológica-militar heredada de la URSS, que había llegado a ser la segunda potencia mundial, y con una actual influencia económica, política y de gran presencia militar principalmente en las regiones que eran parte o que influenciaba el viejo imperio ruso y la ex-URSS. En el caso chino, al restaurar el capitalismo la burocracia stalinista-maoísta, o los burgueses rojos, por un lado ampliaron y concentraron la esfera de acumulación del capital internacional con mano de obra súper-explotada en China, y por otro lado centraron una estrategia económica hacia todo el mundo semi-colonial extrayendo a bajo costo las materias primas que necesita para producir en China y también reservándose mercados para sus productos. Y aunque el ruso y el chino sean imperialismos diferentes, en sus discursos y estrategias, a los de Europa y a los Estados Unidos –como también es diferente el de Japón al de ambos– igualmente el resultado es el mismo en la división internacional del trabajo: profundiza la dependencia y la primarización de las economías de los países semi-coloniales y expoliar sus recursos naturales.

En resumen, las revoluciones rusa y china –y los Estados Obreros burocratizados que de allí surgieron– no dejaron al mundo como estaba antes. Y en el proceso contrarrevolucionario de la década del '90 el imperialismo pudo restaurar el capitalismo en estos países pero no pudo conquistar todo lo que se habían perdido por la revolución décadas atrás, dejando espacio para el surgimiento de estos dos recientes y excepcionales imperialismos. Imperialismos más débiles que EE.UU., Alemania, Gran Bretaña, Japón o Francia, y respecto a estos con una gran brecha tecnológica, pero tanto Rusia como China son poderosas economías, que política y militarmente son mucho más fuerte que países imperialistas más tradicionales como Australia, Italia, España o Portugal.

Algunos cree equivocado cerrar la caracterización de China como imperialista porque consideran que la crisis económica capitalista mundial podría derrumbar al régimen stalinista del PC chino provocando una apertura democrática, y con posibilidades de partición territorial por independencia de nacionalidades oprimidas, y eso le impediría llegar a ser imperialista. Pero aunque se diera ese proceso convulsivo resultado de la crisis capitalista mundial, la nacionalidades oprimidas en China no representan más de diez por ciento de la población total, aunque territorialmente abarque mucho más que ese diez por ciento no se trata de zonas industrializadas. Por otra parte la burguesía hace más de cien años que dejó de ser progresiva, y mucho más una burguesía que no realizó una acumulación capitalista orgánica, sino que logró su ubicación al amparo de un Estado monopolista y dictatorial. De allí que entre las tareas democráticas para la constitución del Estado-Nación (burgués) la burguesía china no le da ninguna importancia a la democracia burguesa como régimen de dominio. Aunque, si se viera obligada a aplicarla para engañar al pueblo chino lo hará, en el mejor de los casos, con un régimen "democrático" a lo Putin, o sea; un régimen reaccionario o semi-fascista.

Por lo tanto el constatar el ascenso económico de Rusia y China como potencias imperialistas, en nada contradice la teoría de Lenin sobre delImperialismo fase superior del capitalista, y la Teoría-programa de la revolución permanente de Trotsky –y confirma el carácter restaurador y reaccionario de la burocracia stalinista, sea bresneviana o maoísta (y castrista)– y principalmente porque es constatar un hecho de la realidad harto visible.

1) Puesto que Rusia y China son imperialistas –como lo es Alemania, Gran Bretaña, Francia, Holanda, Japón o los EE.UU., aunque ambos países no sean hegemónicos como éste último–, los socialistas revolucionarios estamos por la ruptura de los pactos políticos y militares que nos atan al imperialismo, también de estos nuevos. Así como rechazamos la inversiones en infraestructura como carreteras inter-oceánicas y obras de esas características (y la instalación de bases militares), porque dichas inversiones –como las petroleras o la minería de los EE.UU, de Canadá, de Suiza o de Australia– a lo único que buscan en los países sub-desarrollados es a seguir extrayendo a bajo costo sus riquezas y sus recursos naturales no renovables.

2) A la vez, en tanto la clase obrera no tenga suficiente fuerza para poder expulsar al imperialismo, luchamos por la igualdad de los derechos obreros y sociales para los trabajadores chinos –o de otros países– que dichas empresas lleven a los países semi-coloniales. Nuestros enemigos no son los trabajadores chinos sino el imperialismo de China –o Rusia– y las burguesías entreguistas de las semi-colonias.

3) Por supuesto que en lucha por la revolución socialista los socialistas revolucionarios luchamos por las consignas democráticas formales en países como China o Rusia (o en los países árabes), consignas tales como; por el sufragio universal; por la autodeterminación de las nacionalidades; por la legalidad de los sindicatos y los partidos obreros, etc., y si esto se logra imponer o no es una cuestión de relación de fuerzas. Pero, a priori, la burguesía china –y rusa– es reaccionaria, no busca llevar adelante las tareas democráticas formales y las garantías civiles y constitución democrática de una república burguesa. Todo lo contrario, pues estas burguesías necesitan la opresión, y la represión, para la mayor explotación obrera posible y lograr así disputar mercados a otras potencias imperialistas más adelantadas. O sea, la tarea de completar las tareas de la revolución burguesa, que las burguesías china o rusa se niegan, es tarea del proletariado y para llevarla adelante necesitara construir su dirección revolucionaria, tomar el poder, y dar firmes pasos hacia el socialismo.

4) El surgimiento de estos nuevos imperialismos hace que algunos de los viejos imperialismos entren en decadencia, y que otros empiecen a ver menguado sus mercados y sus espacios vitales, lo que lleva a la agudizaciones de las contradicciones y a los roses inter-imperialistas, y llevará en la siguientes décadas a profundizar las tendencias de la barbarie capitalista hacia una Tercera Guerra Mundial. En tal caso, sea como sea que se conformen los bloques imperialistas, estamos por el derrotismo revolucionario, esto es; los trotskistas no apoyamos a ninguno de los dos bandos imperialistas y llamamos a parar la nueva carnicería imperialista con la revolución proletaria y socialista.

Marcelo Ríos, por la Liga Comunista de los Trabajadores.
22-04-2015